11/12/2019 às 13h18min - Atualizada em 11/12/2019 às 13h18min

No dia 12/12 acontecerá o evento "Basta, a culpa não é sua" no Ginásio de esportes Verdinho, no CPA

Da assessoria
Câmara Municipal de Cuiabá
Militante do movimento em defesa da mulher e da família contra os atos de violência, Kal Marçal foi à Tribuna Livre na Sessão Ordinária desta terça-feira (10), a convite do vereador Delegado Marcos Veloso (PV), para falar sobre o evento Basta, a culpa não é sua, que será realizado no próximo dia 12, a partir das 14 h, no ginásio de esportes Verdinho, no CPA.
 
Para o evento são esperadas caravanas de vários municípios. A organização espera a participação e cerca de 4 mil pessoas. Autoridades representando segmentos como as igrejas, justiça e outras são aguardadas para explanar sobre o problema que aflige a cidades de todo o estado.
“Cuiabá é uma das cidades mais perigosas para a mulher, em Mato Grosso ocupa a segunda posição em ocorrências registradas”, denunciou.
Ela cobrou maior atenção dos vereadores à questão, pedindo políticas públicas em defesa das mulheres agredidas e suas famílias. “Omissão é crime”, desabafou, lembrando que “os vereadores são eleitos com votos de mulheres, que são a maior parcela do eleitorado”.
 
Defesa
 
O anfitrião Delegado Veloso, após a fala da convidada, apontou as medidas que tanto o parlamento municipal quanto a prefeitura tomaram nos últimos dias em defesa das mulheres.
Veloso pontuou que os vereadores aprovaram, recentemente, uma lei que destina um percentual de casas às mulheres vítimas de violência nos programas habitacionais do município.
Ele disse também que a Prefeitura entregou, reformada, uma das melhores estruturas para acolhimento da mulher vitimada. “Sem dúvida nenhuma é a melhor estrutura de retaguarda”, considerou, destacando que para assegurar maior segurança às usuárias do espaço, decidiu não revelar a localização da casa.
 
“Pode parecer pouco”, observou Veloso, para em seguida advertir que é um começo e que é preciso fazer muito “não só em Cuiabá ou Mato Grosso, mas em termos de Brasil”, por isso garantiu que vai continuar na luta em defesa das mulheres.
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